O PGR com riscos psicossociais reúne as informações necessárias para que a empresa reconheça e controle fatores relacionados à organização do trabalho. A inclusão desses perigos deve seguir critérios técnicos, refletir as atividades reais e resultar em medidas de prevenção acompanháveis.
Como os riscos psicossociais entram no PGR
O processo começa pela identificação dos fatores presentes nas situações de trabalho e dos grupos expostos. Em seguida, são avaliadas a intensidade das exigências, a duração da exposição, a probabilidade de ocorrência de agravos e a eficácia dos controles existentes.
As conclusões precisam ser incorporadas ao inventário de riscos com descrição adequada, evitando rótulos genéricos como “estresse” sem análise de suas possíveis causas no trabalho. A AEP é uma via importante para integrar fatores ergonômicos e psicossociais ao GRO.
Inventário de riscos e plano de ação
O inventário registra os perigos, possíveis lesões ou agravos, grupos expostos, medidas existentes e resultados da avaliação. Já o plano de ação organiza as medidas a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas.
Prazos, responsáveis e formas de acompanhamento tornam o programa executável. As ações devem priorizar mudanças na organização do trabalho e ser revistas quando indicadores, escuta dos empregados ou alterações operacionais mostrarem necessidade.
Atualização técnica do PGR
A simples inclusão de um campo sobre riscos psicossociais não garante conformidade nem prevenção. É necessário demonstrar como os fatores foram identificados, avaliados e gerenciados, mantendo coerência entre diagnóstico, inventário e plano de ação.
A Gescon Ocupacional auxilia na revisão e atualização do PGR, articulando o trabalho de SST com gestores, RH e trabalhadores para construir medidas compatíveis com cada organização.
Para saber mais sobre PGR com Riscos Psicossociais
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